Meu orientador poético, Estou aqui no seu espaço, mas uma vez por um motivo especial. Quero registrar o meu deslumbre e o encantamento que esse vídeo magnifico me proporcionou. Ao meu ver, a vida do solitário poeta, por mais pacata e comum que seja carrega uma consistente e importante lição de vida. Carregamos muitas vezes dentro de nós sonhos que acreditamos serem grandes demais para serem concretizados, mas o poeta nos faz imaginar que ele como todos os jovens teve sonhos e o sonho dele era ser pai. Mas ele não conseguiu realizá-lo, mas ao contrario do que podemos supor ele não era amargurado, a poesia era sua válvula de escape. Por isso, não devemos desistir do que realmente queremos, temos que ser perseverantes e destemidos para enfrentar os desafios da vida. Obs.: “danadinho” esse Manuel Bandeira, nos últimos versos após o telefonema que “O poeta do castelo” recebeu. Que mudou significativamente a perspectiva do personagem. Neles o poeta exacerba a boemia, que tento a companhia feminina poderia até impedi-lo do suicídio em uma noite solitária.
Versos marcantes para mim: “(...)o que tenho e desejo é o que melhor me enriquece,(...) “(...),por outras terras andei, mas o que ficou marcado no olhar fadigado foram terras que inventei(...) Enfim, assim é o poeta, através do seu talento é capaz indescritivelmente de burlar as agruras da vida fazendo arte.
Meu orientador poético,
ResponderExcluirEstou aqui no seu espaço, mas uma vez por um motivo especial. Quero registrar o meu deslumbre e o encantamento que esse vídeo magnifico me proporcionou.
Ao meu ver, a vida do solitário poeta, por mais pacata e comum que seja carrega uma consistente e importante lição de vida. Carregamos muitas vezes dentro de nós sonhos que acreditamos serem grandes demais para serem concretizados, mas o poeta nos faz imaginar que ele como todos os jovens teve sonhos e o sonho dele era ser pai. Mas ele não conseguiu realizá-lo, mas ao contrario do que podemos supor ele não era amargurado, a poesia era sua válvula de escape. Por isso, não devemos desistir do que realmente queremos, temos que ser perseverantes e destemidos para enfrentar os desafios da vida.
Obs.: “danadinho” esse Manuel Bandeira, nos últimos versos após o telefonema que “O poeta do castelo” recebeu. Que mudou significativamente a perspectiva do personagem. Neles o poeta exacerba a boemia, que tento a companhia feminina poderia até impedi-lo do suicídio em uma noite solitária.
Versos marcantes para mim:
“(...)o que tenho e desejo é o que melhor me enriquece,(...)
“(...),por outras terras andei,
mas o que ficou marcado no olhar fadigado
foram terras que inventei(...)
Enfim, assim é o poeta, através do seu talento é capaz indescritivelmente de burlar as agruras da vida fazendo arte.
Abraço carinhoso,
da sua amiga: Kaíza Sousa