quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

O Poeta Do Castelo (1959)

Um comentário:

  1. Meu orientador poético,
    Estou aqui no seu espaço, mas uma vez por um motivo especial. Quero registrar o meu deslumbre e o encantamento que esse vídeo magnifico me proporcionou.
    Ao meu ver, a vida do solitário poeta, por mais pacata e comum que seja carrega uma consistente e importante lição de vida. Carregamos muitas vezes dentro de nós sonhos que acreditamos serem grandes demais para serem concretizados, mas o poeta nos faz imaginar que ele como todos os jovens teve sonhos e o sonho dele era ser pai. Mas ele não conseguiu realizá-lo, mas ao contrario do que podemos supor ele não era amargurado, a poesia era sua válvula de escape. Por isso, não devemos desistir do que realmente queremos, temos que ser perseverantes e destemidos para enfrentar os desafios da vida.
    Obs.: “danadinho” esse Manuel Bandeira, nos últimos versos após o telefonema que “O poeta do castelo” recebeu. Que mudou significativamente a perspectiva do personagem. Neles o poeta exacerba a boemia, que tento a companhia feminina poderia até impedi-lo do suicídio em uma noite solitária.

    Versos marcantes para mim:
    “(...)o que tenho e desejo é o que melhor me enriquece,(...)
    “(...),por outras terras andei,
    mas o que ficou marcado no olhar fadigado
    foram terras que inventei(...)
    Enfim, assim é o poeta, através do seu talento é capaz indescritivelmente de burlar as agruras da vida fazendo arte.

    Abraço carinhoso,
    da sua amiga: Kaíza Sousa

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