domingo, 6 de março de 2011

A minha irmã Lígia Rejane A. Alves

Ainda que o dia nascesse tarde,
e as horas assassinassem meus deveres
as véperas de todos os enigmas,
Cedo encherias a minha vasilha d água,
Coserias a manga da camisa de eu ir ao sítio,
Passarias o ferro na calça jeans,
Dobraria o cobertor no travesseiro da coma.

E como se tudo me faltasse
Preenchesse
sem o além do quanto me faz,
necessitarias perceber
o quanto circula
em um só coração,
O mesmo sangue...


Pombal, 06 de março de 2011.

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