Ao meu amigo Gleyrton Nascimento
Como devo eu descançar,
se por bem, e tão somente,
alguém estando a me falar
da tua virtude, verdadeiramente?
Como seria ingrata, a noite,
o coração não lhe desse ouvidos!
Mas vibram a gemer de açoite,
o peito e a alma, comovidos!
Não sei quando me chegou,
nem por quanto me comprastes;
Sei que não me demorou
a saber que em mim plantastes!
Que os versos que proclamei-te,
escorram sobre as hastes da esperânça,
a toda hora lembrar que amei-te,
e a nossa amizade, seja desta lembrança!...
21 de maio de 2011.
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